A crise bateu na porta? Não deixe ela entrar!

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Não adianta tapar o sol com a peneira: a economia brasileira não está vivendo o seu melhor momento e as projeções não são animadoras, com tendência de inflação e alta dos juros nas alturas. Diante deste cenário, como os profissionais podem manter o ânimo, se diferenciar e aumentar seu rendimento? E como as empresas podem manter as condições competitivas, minimizando os efeitos da crise?

Velhos conhecidos dos brasileiros, a inflação e o desemprego voltaram com tudo em 2015 e, antes mesmo do ano acabar, já é possível sentir os efeitos da retração econômica, da inflação e dos juros elevados em nosso cotidiano e também no mercado de trabalho. Neste cenário, quem quer garantir o emprego, a tão sonhada promoção ou encontrar uma nova oportunidade, precisa adotar novas atitudes.

De acordo com dados do último levantamento Catho-Fipe, o número de vagas de emprego abertas no Brasil apresentou queda de 15,9% em agosto deste ano na comparação com o mesmo mês de 2014. Trata-se da 14ª queda consecutiva no ritmo de abertura de vagas na base de comparação ano contra ano, recuando o patamar de geração de vagas a níveis observados entre janeiro e fevereiro de 2012.

Já outro estudo, desta vez feito pelo Conselho Federal de Economia (Cofecon), prevê que o país deve encerrar o ano com 1 milhão de vagas com carteira assinada a menos – perceptível sinal de uma grave crise econômica.

O excesso de demissões e as alarmantes notícias que não saem da mídia contribuem para intensificar o medo e o descontentamento que se instalou no mercado de trabalho. E tanto pessimismo assim influencia, e muito, o clima organizacional das empresas e o estado de espírito dos trabalhadores. Mas o fato é que profissionais e organizações não podem deixar a peteca cair!

“Ao perceber a ausência de proatividade, de iniciativa e de comprometimento, o profissional deve rever seus valores. Estes passos podem levar ao aprimoramento daqueles que buscam tornar-se excelentes profissionais e, assim, evitar demissões e garantir a empregabilidade neste momento de incertezas”, aponta a especialista em gestão de carreira do Instituto Brasileiro de Tecnologia Avançada, Nádia Santos.

Ao mesmo tempo, as empresas – especialmente aquelas em que as demissões em massa vêm acontecendo – devem incorporar ações que visem amenizar ou melhorar o clima entre os colaboradores, para que o rendimento dos mesmos não caia, prejudicando ainda mais os resultados.

Cultivando o capital humano

Engajar colaboradores é sempre importante para que, em uma época de crise como esta, a empresa tenha aquilo que realmente necessita: desempenho e comprometimento. No entanto, se a organização somente considerar o engajamento importante quando a crise chegar, talvez seja tarde demais. “Você só engaja o colaborador se criar condições para que ele ofereça mais da sua capacidade e potencial. Se você não agiu assim antes da crise, sua tarefa é muito mais difícil do que aquelas empresas que a fizeram”, afirma Paulo Crepaldi, especialista em Neuromarketing e Situational Leadership e sócio-diretor da ING Marketing & Training.

As empresas necessitam entender que comunicação é extremamente importante para uma relação saudável entre o colaborador e sua organização, pois quando todos sabem das dificuldades que estão vivendo, o engajamento é maior e os resultados da crise são novas ideias, motivação e oportunidades.

Portanto, em épocas de insegurança, nada melhor do que uma comunicação honesta e transparente. “As empresas precisam investir nos colaboradores como pessoas, não apenas como empregados. As melhores empresas fazem com que seus colaboradores se sintam confortáveis para conversar sobre qualquer assunto sendo ele profissional ou pessoal”, defende Crepaldi.

Mas como o profissional pode se manter ativo e aumentar a produtividade em tempos de demissões? Segundo Crepaldi, o segredo está na liderança. “Os líderes precisam criar espaço e oportunidades para que as pessoas conheçam o que é criatividade no ambiente de trabalho, e para isso é necessário cultivar alguns pontos fundamentais nas equipes, como, por exemplo, disposição para desempenhar mais de uma função, enxergar problemas como oportunidades e considerar todas as ideias surgidas”, declara.

Neste momento, os profissionais precisam se diferenciar mais do que nunca, procurando aprimorar suas habilidades para alavancar sua carreira ou retornar o quanto antes ao mercado de trabalho. E você? O que pensa em fazer pela sua carreira durante a crise?

Fonte: http://www.catho.com.br/

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