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Escrever para web não é tarefa fácil. A afirmativa vem da constatação de que há diversos pontos a serem levados em consideração quando o assunto é chamar a atenção de quem está navegando por um site ou blog. Em tempos em que as pessoas acessam a web atrás de conteúdo de forma rápida, não é hipocrisia afirmar que se o conteúdo de seu site ou blog não for atrativo, os usuários têm outros milhares ou até milhões de outros sites e blogs que tratam do mesmo assunto e que têm conteúdo melhor administrado. Assim, ao escrever é preciso ter atenção redobrada para que seu conteúdo não cause uma reação de repulsa em sua audiência.

Partindo do princípio de que menos é mais, na web quanto mais sucinto for o seu conteúdo, mais pontos você conquistará com os usuários. Quando dizemos sucinto não é a mesma coisa do que conteúdo com pouca informação ou com quantidade reduzida de caracteres. O segredo é passar o conteúdo da melhor forma possível, sem rodeios ou o que se costuma chamar de sem encheção de linguiça. E não se preocupe se seu texto ficará longo demais, já que é possível deixá-lo agradável com pequenas implementações, tal como dividir o conteúdo em subtítulos, dando uma visão geral do que é retratado no texto.

Outro ponto importante é conhecer o público-alvo do seu site ou blog. Muitos redatores ignoram esse fato ao escreverem apenas o que atende ao seu gosto pessoal achando que também é o mesmo do público. O problema é fácil de ser resolvido com a implementação de serviços de trackeamento de dados, tais como Google Analytics, Navegg, entre outros. Cidades e estados em que ocorrem os acessos, a partir de quais dispositivos, conteúdos mais acessados, fontes de tráfego são apenas algumas das informações cruciais para a escrita de conteúdo inteiramente focado nas necessidades de sua audiência. Sem esses dados é o mesmo que dar um tiro no escuro, uma vez que as chances de erro são grandes.

Incrementar conteúdo é outra coisa que chama a atenção de qualquer leitor. Quanto mais recursos textuais e visuais forem utilizados, melhor será a experiência do usuário. Redigir textos bem diagramados (leia-se bem organizados) é tarefa primordial para quem quer se dar bem como redator web. Imagens, vídeos, áudios, infográficos são recursos simples e que dão um toque todo especial a uma carga textual, deixando-a mais agradável aos olhos de quem lê.

Originalidade nunca é demais. Copiar conteúdo ou tratar de assuntos que todo mundo aborda não é algo atrativo. Encontrar um quê de originalidade e inseri-lo no conteúdo de um blog ou site é outro diferencial que pode trazer mais visitantes e fidelizá-los, fazendo com que seu conteúdo seja lido, relido e compartilhado. O diferencial pode ser desde um assunto, um tom de abordagem, um ponto de vista, tudo isso consideramos como algo inusitado e em que vale a pena investir.

Por fim, é preciso se colocar no lugar de quem lê. Não há exercício melhor do que se ver no lugar de quem lê seu conteúdo e avaliar o quão atrativo está aquilo que foi escrito. Ler, reler e ler quantas vezes forem necessárias para ajustar, reorganizar, acrescentar, reduzir, incrementar ou até mesmo reescrever o que for preciso, até que o texto saia conforme o gosto da audiência.

Gerenciamento x atualização

Quem gerencia um blog ou site sabe bem que o trabalho não é fácil. Afinal, gerenciar não é meramente atualizar um conteúdo aqui e outro ali, mas também é produzir conteúdo, encontrar a melhor aparência para o site ou blog, revisar textos de postagens e páginas, etc. Por isso, gerenciamento e atualização não são a mesma coisa, já que gerenciamento demanda esforço e envolvimento maiores.

Usar um sistema para gerir conteúdo facilita muito. Criação de novos posts, páginas, edição de textos, inserção de imagens, vídeos, tags, moderação de comentários já estão em campos pré-definidos, auxiliando muito quem não entende de programação. Disponíveis de forma gratuita, temos diversos sistemas, cada um com suas complexidades e indicações de acordo com o tipo de projeto e nível de usuário.

O WordPress é uma das plataformas de gerenciamento de conteúdo que mais crescem na internet, sendo considerado o sistema mais popular da web. Com quase 19% de todos os sites do mundo desenvolvidos nessa plataforma e quase 58% de market share no ano de 2013, o WordPress tem números expressivos se comparado a outras plataformas concorrentes (Drupal e Joomla!). E esses números só tendem a crescer a cada ano. Surgido a partir de um sistema chamado b2/cafelog, com mudanças em algumas linhas de código, Matt Mullenweg e Mike Little fizeram o esboço do que seria o WordPress em sua primeira versão no ano de 2003. Com exatos 10 anos de existência, o sistema de gerenciamento de conteúdo ouCMS (do inglês Content Management System) já está na sua versão 3.8.1, repleto de novidades, tanto para desenvolvedores quanto para gestores de conteúdo.

E como se pode aproveitar todas as ferramentas que esse poderoso CMS tem a oferecer? Se você é uma das centenas de pessoas que já utilizam o WordPress como eu ou é daqueles que estão iniciando sua trajetória na plataforma, vale a pena ver tudo o que podemos fazer para deixar nossos sites ou blogs mais atrativos para quem navega na web.

O que o WordPress tem a nos oferecer?

O WordPress é um CMS que em uma análise superficial podemos duvidar do que ele é capaz. Por se tratar de um sistema simples para gerenciamento, muitos ainda acreditam em seu uso apenas como plataforma para blogs, preferindo outros CMS’s para projetos mais complexos. A cada nova versão, o WordPress vem desmistificando esse fato, trazendo implementações de recursos, melhorias em sua interface sem perder o seu principal foco, a usabilidade. De início, podemos citar algumas vantagens do uso do WordPress como CMS:

  • O WordPress é uma plataforma de código aberto (open source) e completamente gratuito, em que diversas pessoas contribuem para o desenvolvimento/melhoramento do CMS. Com isso, a cada versão há sempre uma novidade implementada que já foi apontada por milhares de pessoas que usam a plataforma todos os dias em projetos pessoais ou profissionais.
  • A plataforma é tão intuitiva que quem acessa o painel administrativo pela primeira vez já tem uma boa noção de como inserir conteúdo. Facilidade é uma das peças fundamentais que fizeram do WordPress o CMS mais usado na web.
  • A organização dos elementos no painel administrativo é um outro diferencial do WordPress. Todos os itens estão dispostos de maneira que fica fácil encontrar o que se procura. Não é preciso diversos cliques para publicar um post, configurar um menu ou instalar um tema. Com isso, a experiência do usuário ao usar o WordPress é a melhor possível.
  • A comunidade de usuários e desenvolvedores da plataforma é enorme, sendo refletida na quantidade de grupos, comunidades e fóruns que encontramos na internet focados no WordPress. Desde Facebook, LinkedIn e passando pelos grupos oficiais, temos milhares de pessoas que estão tirando e respondendo dúvidas de outros tantos usuários da plataforma.
  • Para incrementar nossos sites ou blogs, temas e plugins gratuitos estão disponíveis no repositório oficial do WordPress. São mais de 2.200 temas e 29.000 plugins publicados, aprovados previamente pela equipe do WordPress, garantindo confiabilidade e segurança na instalação.
  • Sendo um CMS open source, o WordPress tem uma documentação rica para auxiliar desenvolvedores e gestores de conteúdo no uso da plataforma. O Codex (veja a sessão Links) é de fácil entendimento e é atualizado a cada versão lançada.
  • O número de cursos gratuitos ou pagos especializados na plataforma vem crescendo a cada ano. Acessar apostilas, vídeo-aulas, além de poder aprender presencialmente sobre a plataforma tem feito com que muitas pessoas tenham contato com o WordPress e optem por usá-lo em seus projetos.
  • Todos os anos acontecem eventos dedicados ao WordPress. Os mais conhecidos são os WordCamps (veja a sessão Links) que nada mais são do que encontros entre entusiastas da plataforma para discutir sobre o assunto e dividir experiências, seja através de palestras ou oficinas. Aqui no Brasil já tivemos WordCamps nas cidades de Porto Alegre, Curitiba e São Paulo, sendo nessa última onde aconteceu o primeiro encontro no país.

Depois de apontar tantas razões para o crescimento do CMS, podemos conhecer o que de tão valioso o WordPress tem a oferecer para quem o usa para gerenciar conteúdo.

Templates para sites ou blogs

O tema ou template é o que dará o visual ao seu site ou blog. Ele é que define a cor de fundo, cor dos links, cor dos títulos, cabeçalho e rodapé, aparência dos menus, etc. Ao instalar o WordPress, ele já vem com um tema padrão ativo e mais outros disponíveis para ativação. Esses temas foram desenvolvidos pela própria equipe do WordPress.org e podem ser usados em qualquer instalação.

Na versão 3.8.1 do CMS, temos o tema padrão Twenty Fourteen (veja a sessão Links) ativo. Com cores menos vibrantes e adaptável para qualquer resolução de tela (responsivo), o tema é voltado principalmente para revistas, mas pode ser customizado para atender às necessidades de todos os usuários. Mas se você quer trabalhar com qualquer outro tema, é necessário fazer a sua instalação, seja via repositório gratuito do WordPress (veja a sessão Links) ou fazendo o download do arquivo .zip em sites com temas premium.

Agora vem a grande dúvida: será que temos que trabalhar com temas prontos tal qual eles são disponibilizados, sem alterar cores, imagens ou disposição dos elementos? A resposta é NÃO. Todos os temas podem ser customizados por desenvolvedores ou gestores. No painel administrativo, na opção Personalizar, cores de fundo, imagens de cabeçalho, títulos e descrição do site, tendo uma prévia de como ficará seu site/blog após a publicação. Com isso, se tem total controle de todas as alterações sem ter que se fazer diversos testes na sua instalação, correndo o risco de alterações malsucedidas serem visualizadas por seus visitantes.

Quando se tem conhecimento um pouco mais avançado, as alterações podem ser feitas nos arquivos do próprio tema, via FTP ou painel administrativo. Com isso, é possível personalizar praticamente tudo, deixando-o bem diferente do original.

Como incrementar o conteúdo do meu site?

No WordPress, podemos trabalhar todo o conteúdo por meio de posts e/ou páginas. Para isso, primeiramente é preciso saber o foco do seu projeto para optar pela melhor forma de divulgar seu conteúdo.

Páginas são usadas para trazer conteúdos mais gerais em que a frequência de atualização é baixa. Projetos profissionais desenvolvidos em WordPress usam o recurso de páginas para isso, uma vez que necessitam transmitir seu conteúdo que perpassa pelo institucional ou informativo.

Posts são usados para conteúdos mais específicos, em que a frequência de atualização e postagem é maior. Projetos pessoais como blogs, por exemplo, utilizam muito bem esse recurso para deixar a audiência bem informada, usando de linguagem formal ou informal para esse intuito.

Mesmo que esses recursos sejam tão distintos, eles podem ser trabalhados em conjunto, trazendo maior quantidade de visitantes para seu site/blog. Pense em quantas empresas hoje têm um blog integrado aos seus sites. Isso não é a toa. Quantas vezes você visitou um site que oferece apenas conteúdo institucional que é alterado uma vez aqui e outra ali? Compare com sites de notícias, blogs ou sites que atualizam seu conteúdo pelo menos uma vez por semana. Porém, esses sites não deixam de ter páginas em que há um formulário de contato, descrição da empresa, política de privacidade, termos de uso, entre outros.

Primeiro passo então é trabalhar o conteúdo, adequando a linguagem e o estilo de postagem de acordo com seu público-alvo. Fazendo isso, é hora de incrementá-lo através de formatações diferenciadas ou inserindo recursos como vídeos, áudios, imagens, infográficos, arquivos, etc. Não há nada mais interessante do que ver na internet uma postagem bem formatada, repleta de recursos visuais e textuais que segurem a atenção do leitor.

Editor do WordPress para formatação de textos

No painel administrativo do WordPress, temos recursos bem interessantes que são semelhantes para formatar páginas e posts, sendo que nesses últimos temos opções adicionais. Ao criar um post, temos o campo de título e o editor, em que é inserido o conteúdo propriamente dito. Acima desse editor, temos uma barra com ferramentas específicas para a formatação de conteúdo. Essa barra é parecida com a que temos no Microsoft Word, sendo de fácil manuseio.

Podemos dividi-la em duas partes: na primeira fileira, tem-se as ferramentas básicas e na segunda, ferramentas avançadas. Todas as ferramentas podem ser usadas em conjunto para que o conteúdo tenha a formatação desejada.

Dentro das ferramentas básicas estão compreendidas as ferramentas negrito, itálico, rasurado, lista ordenada, lista não ordenada, citação, alinhamentos (direita, esquerda, centralizado), inserir/editar/remover links e Tag Mais.

Como ferramentas avançadas, podem ser citadas texto formatado, sublinhado, justificado, alteração de cor de texto, inserção de símbolos e alteração de recuos.

Basicamente, o uso da maioria dessas opções segue a ideia de selecionar o texto que se deseja formatar e clicar na ferramenta. Porém, merecem destaque as ferramentas de inserção de links, Tag Mais e texto formatado.

Links para sites, páginas ou posts

Para inserir links, deve-se selecionar o texto para que a ferramenta de inserção de links possa ser ativada na barra. Dentro do modal aberto, temos duas possibilidades de inserção de links: externos ou existentes. Os links existentes podem ser para posts ou páginas já publicados. Assim, é só pesquisar pelo título da postagem/página e, clicando nele, automaticamente é inserido o link. Esse recurso é interessante para gerar links para postagens ou páginas relacionadas ao conteúdo visualizado. O processo de inserção de links para conteúdos internos favorece a navegabilidade no site/blog, fazendo com que os leitores possam ter acesso a outras postagens interessantes ou relacionadas ao conteúdo lido. Quando o assunto é otimização para mecanismos de busca (SEO), quando esse recurso for utilizado, serão identificados links para postagens que talvez não tenham sido indexadas e isso servirá como um facilitador para o trabalho dos robôs de busca.

Usando a Tag Mais

A tag Mais é bastante usada para inserir uma prévia do texto do post que acompanha o título na listagem de posts. Com isso, o leitor visualiza parte do texto, precisando clicar no título ou no link Continuar lendo para ver o conteúdo completo. Para usá-la, é importante digitar o texto que se deseja exibir como prévia do post. Logo abaixo desse texto, com o cursor na linha de baixo, clicando na ferramenta Inserir a Tag Mais é possível ver que uma linha divisória aparecerá. Ela é que determinará que todo o conteúdo antes dela será a prévia do conteúdo do post e que todo o conteúdo após somente será visualizado na leitura completa do post.

A formatação de um post em que a Tag Mais é utilizada é apresentada abaixo, podendo visualizar título, prévia do conteúdo e link Continuar lendo. O uso desse recurso é indicado quando é usado um tema que não tenha suporte para a exibição de um resumo para os posts. Com isso, há o favorecimento do clique no título ou no link Continuar lendo para que o conteúdo completo do post seja lido.

Usando subtítulos e formatações diferenciadas no WordPress

Em textos muitos longos, é aconselhável dividi-los em subtítulos. Para isso, o WordPress oferece opções de formatação diferenciadas, em que tamanho e cor de fonte separam o que é texto e o que é título.

O processo é o mesmo usado em formatações simples: selecionar o texto e clicar na ferramenta. Nesse caso, temos nove tipos de formatação de textos. Os três primeiros estão relacionados diretamente a textos, enquanto os demais são para títulos e subtítulos.

Mas quando usar cada uma delas?

  • Parágrafo: todo texto inserido no editor automaticamente assume essa formatação. É usado para texto corrido.
  • Endereço: usado para dar formatação especial para endereços inseridos no conteúdo de posts e páginas. Os mecanismos de busca, tais como Google e Bing, leem esses textos de maneira diferenciada, identificando que não se tratam de textos simples, mas sim de endereços.
  • Pré-formatado: o texto inserido com essa formatação ocupará o mesmo espaço, considerando os espaços dados via Enter e todas as letras terão o mesmo tamanho. É muito utilizado em sites ou portais que publicam conteúdo voltado para desenvolvedores, dando formatação diferenciada para códigos inseridos junto ao conteúdo.

Os cabeçalhos são usados para definir uma hierarquia entre títulos. Temos seis tipos de cabeçalhos, sendo o cabeçalho 1 o de maior relevância e o cabeçalho 6 o de menor relevância.

  • Cabeçalho 1: usado para títulos de páginas e posts. Não é recomendado usá-lo junto ao conteúdo, uma vez que o título de posts e páginas já apresentam essa marcação e existem outros cabeçalhos que são mais adequados para subtítulos.
  • Cabeçalho 2: usado para subtítulos de segundo nível. Nesse caso, deve ser usado em subtítulos logo abaixo do cabeçalho 1, o título do post ou página.
  • Cabeçalho 3: para subtítulos de terceiro nível, sendo usados para subtítulos que estão relacionados com cabeçalhos 2.
  • Cabeçalho 4: subtítulos de quarto nível assumem essa formatação, estando relacionados a cabeçalhos 3.
  • Cabeçalho 5: para subtítulos de quinto nível, sendo usados para subtítulos que estão relacionados com cabeçalhos 4.
  • Cabeçalho 6: usado para subtítulos de sexto nível. Nesse caso, deve ser usado em subtítulos logo abaixo do cabeçalho 5.

Com essas opções de formatação, seus subtítulos e endereços ganham maior visibilidade para os mecanismos de busca, que poderão associar seus títulos a resultados de buscas feitas por um determinado termo. Já os leitores podem ter noção geral do conteúdo do texto e ler aquilo que realmente interessa.

Estilizando posts por meio de formatos

Os formatos de posts dão um toque especial para a formatação de conteúdo. Por meio deles, é possível exibir o mesmo post de formas bem diferenciadas, alterando formatação de texto, exibição ou não de títulos, entre outros.

O tema padrão Twenty Fourteen suporta apenas oito formatos de posts dos dez disponíveis, sendo eles:

  • Padrão: mantém-se o estilo padrão de posts do WordPress, em que temos a exibição de título e conteúdo.
  • Nota: indicado para posts que devem ser similares às atualizações do Facebook. Nesse formato, não há exibição do título da postagem, mas apenas do seu conteúdo.
  • Áudio: adequado para posts em que são inseridos podcasts, músicas, etc. Título e conteúdo são exibidos ao escolher esse formato.
  • Galeria: utilizado em posts em que são inseridas galerias de fotos ou imagens. Também há a exibição de título e conteúdo da postagem quando esse formato é escolhido.
  • Imagem: adequado para posts em que haja a inserção de imagens junto ao conteúdo. Para esse formato, temos a exibição de título e conteúdo.
  • Link: indicado para posts em que o foco principal são links. Para esse formato, há apenas a exibição do conteúdo da postagem.
  • Citação: usado para dar destaque a uma citação, sendo exibido apenas o conteúdo do post.
  • Vídeo: usado em posts em que é incorporado um vídeo. Nesse formato, título e conteúdo são exibidos.

Os outros dois formatos de posts que estão disponíveis são:

  • Chat: ideal para posts em que há a reprodução de uma conversa entre dois ou mais usuários. Não há exibição de título.
  • Status: adequado para posts em que haja a necessidade de dar similaridade aos status do Twitter. Não há exibição de título.

Usar esse recurso no WordPress é sempre muito bem-vindo. Com ele, o conteúdo pode ser valorizado de acordo com o formato escolhido, trazendo mais visibilidade ao que realmente importa dentro do conteúdo de um post.

Categorização e uso de tags em posts

Categorias e tags são ótimas opções para melhor organizar posts, tanto para quem administra o painel administrativo quanto para quem acessa um site/blog. Através delas, a filtragem de conteúdo por determinado assunto é facilitada, já que mediante o clique, é possível visualizar uma lista com todos os posts marcados para uma categoria ou tag específicas, sem recorrer ao campo de busca.

E qual é a diferença entre elas já que seu intuito é praticamente o mesmo? Categorias são usadas para informar ao leitor o assunto principal do post, enquanto as tags são mais usadas para detalhar esse assunto principal. Exemplificando melhor, um post em que o assunto principal é WordPress em que abordamos sobre conteúdo, gerenciamento e desenvolvimento usando a plataforma, podemos categorizá-lo para WordPress e com as tags conteúdo, gerenciamento e desenvolvimento. Assim, sempre que um usuário clicar nessa categoria e nas tags, ele encontrará esse post na respectiva listagem.

Mídias para postagens

O recurso de inserção de mídias no WordPress permite que sejam incluídas imagens, vídeos, arquivos e áudios em todo tipo de publicação, seja ela post ou página.

A inserção pode ser feita via upload dos arquivos, sendo que as imagens podem ainda serem adicionadas por meio de uma URL. É importante ressaltar que, ao optar por inserir uma imagem via URL, caso haja sua exclusão no site/blog de origem, automaticamente ela não mais será exibida em seu blog/site.

Para melhor formatação dos itens no conteúdo da publicação, ao incluir uma imagem, é possível definir uma legenda, seu alinhamento em relação ao texto e qual link ela terá. Para aqueles que se preocupam com a otimização de imagens para os mecanismos de busca, o WordPress conta com a definição do texto exibido no atributo ALT no campo texto alternativo.

Para áudios e vídeos, desde a versão 3.6 do CMS é possível fazer a incorporação (embed) automática de arquivos em que seu upload é feito pelo painel administrativo. Com esse recurso, possibilitou-se que esses arquivos não necessitassem de serem subidos para serviços de streaming para gerar um tocador de mídia.

Ao fazer o upload de arquivos, é necessário verificar se seu formato é aceito pelo WordPress, uma vez que há alguns tipos que não serão permitidos fazer seu upload por motivo de segurança. Assim, abaixo temos a lista dos arquivos suportados:

  • Imagem: .Jpg, .Jpeg, .Png, .Gif
  • Documentos: PDF, .doc, .docx, .Ppt, .Pptx, .Pps, .Ppsx, .Odt, .Xls,.Xlsx
  • Áudio: .Mp3, .M4a, .Ogg, .Wav
  • Vídeo: .Mp4, .M4v (MPEG-4), .Mov, .Wmv, .Avi, .Mpg, .OGV (Ogg), .3 Gp (3GPP), .3 G2 (3GPP2)

Todas as mídias em que upload é feito via painel administrativo podem ser administradas na opção Mídias > Biblioteca. Por lá é possível gerenciar a edição e a exclusão de qualquer arquivo de mídia.

Uso do recurso de imagem destacada

A imagem destacada é usada principalmente em temas WordPress que suportam sua exibição. Seu principal intuito é ilustrar um post em sua página interna ou em uma listagem de um blog, acompanhando o título, resumo ou conteúdo completo do post. Já para as páginas, essa imagem é exibida algumas vezes no cabeçalho.

A vantagem de usar uma imagem destacada para suas publicações é deixá-las mais interessantes para chamar a atenção do leitor, gerando consequentemente mais cliques.

Galerias de fotos ou imagens

Assim como é possível inserir imagens de forma isolada em todas as publicações, também é possível inserir galerias de fotos ou imagens. É só fazer o upload de todas as fotos ou imagens que farão parte da galeria, configurar como serão distribuídas essas imagens, inserir legendas em cada uma das imagens (caso queira), para qual página o usuário será redirecionado quando houver o clique em uma das imagens/fotos e inseri-la em qualquer local do post ou página.

A qualquer momento essa galeria poderá ser editada, seja para adicionar ou remover imagens. Esse recurso é ideal para posts ou páginas relacionados a eventos, portfólio, etc.

Embeds via URL

Outro recurso que pode ser bastante explorado por blogs e sites em WordPress é a incorporação automática por uma URL. É necessário apenas copiar e colar no editor do CMS o link da mídia.

Até a versão 3.8 do WordPress, os serviços abaixo relacionados permitem por padrão a incorporação automática por meio de URL:

  • Flickr (imagens e vídeos);
  • Instagram (imagens);
  • Rdio (músicas, álbuns, playlists);
  • Slideshare (apresentações de slide);
  • SoundCloud (áudios, playlists);
  • Spotify (músicas, álbuns, playlists);
  • Twitter (tweets);
  • Vimeo (vídeos);
  • YouTube (vídeos);

No entanto, esses serviços são suportados a partir de versões do WordPress específicas. Por exemplo, o embed de tweets somente é possível a partir do WordPress 3.4 e Rdio e Spotify somente a partir da 3.6. A lista completa está disponível no Codex (veja a sessão Links) para consulta, incluindo outros serviços de vídeos, áudios e imagens menos conhecidos aqui no Brasil, mas que são bastante utilizados mundialmente.

Visibilidade de conteúdo e agendamento de publicações

Quando o assunto é permitir o acesso de posts e páginas apenas para alguns usuários, o WordPress oferece a possibilidade de proteger conteúdo por senha ou deixá-lo privado. E qual é a diferença entre essas duas opções? Em ambos, é preciso ter uma senha para acessar a publicação, porém no caso do conteúdo privado, o leitor precisa ter usuário registrado no painel administrativo do blog/site e ter feito o seu login para visualizar o post ou página marcado com essa visibilidade.

Já para o agendamento de conteúdo, é possível definir data e horário de publicação de posts e páginas. Esse recurso é bastante usado em portais, revistas, blogs, entre outros que produzem diversos conteúdos de uma única vez, distribuindo a sua publicação ao longo do(s) dia(s). Assim, não é preciso acessar o painel para publicar o conteúdo no dia e horário desejados, já que o WordPress faz isso automaticamente mediante agendamento. Importante ressaltar que para que o agendamento seja bem-sucedido é preciso fazer a configuração correta do fuso horário em Configurações > Geral.

Resumo e autoria de conteúdo

Muito foi falado aqui sobre definição de resumo. Esse recurso, disponível apenas para posts, permite definir um texto que acompanhe o título em uma listagem de posts. Esse texto é completamente distinto do conteúdo do post, usado apenas para dar uma prévia do que será relatado ao clicar no título. Usando esse recurso de maneira inteligente, é possível aumentar a quantidade de cliques, pois se o leitor encontrar uma breve explicação que chame a sua atenção, certamente vai querer ler o conteúdo completo da postagem.

Já a autoria de conteúdo é possível de ser definida tanto para posts quanto para páginas. Para isso, é necessário criar um usuário para cada autor. Portais ou blogs em que há a publicação de conteúdos de terceiros e se deseja respeitar a autoria usam frequentemente esse recurso.

Comentários

Comentários sempre são recursos interessantes de serem explorados, seja em um blog ou site. Eles servem como um termômetro da sua audiência, já que por meio deles pode-se ter uma noção de quanto o seu conteúdo é lido e querido pelo público.

O WordPress por padrão permite comentários em posts e páginas, porém isso pode ser definido individualmente para cada post e página pelo painel administrativo, no momento da adição/edição da publicação.

Todos os comentários podem ser moderados antes que sejam exibidos, evitando comentários indesejados. Para isso, em Configurações > Discussão é preciso definir todas as configurações relacionadas à moderação de comentários, incluindo algumas para reduzir ou até mesmo evitar a chegada de spams.

Outro ponto positivo é a possibilidade de interação entre público e moderador. Sempre que possível, dar respostas às dúvidas dos leitores, concordar ou não com uma opinião que foi dada ou simplesmente agradecer pelo elogio/crítica mostram que há vida do outro lado da tela, o que pode resultar em engajamento e reincidência nas visitas. Visando exatamente isso, o CMS oferece a possibilidade não só de aprovar ou rejeitar comentários, mas também de respondê-los. Infelizmente, o usuário que enviou um comentário não será notificado da resposta dada por e-mail, necessitando acessar a publicação para verificação. Interessante mesmo é, além de responder no blog, também notificar manualmente essa pessoa por e-mail, uma vez que esse dado fica arquivado junto ao comentário enviado.

Widgets

Os widgets são boxes de conteúdo pelos quais os visitantes de seu site/blog têm acesso a conteúdo de seu site ou de terceiros. Eles dão uma experiência melhor aos usuários, permitindo inclusive uma melhor navegabilidade. Se o tema escolhido permitir, os widgets normalmente podem ser arrastados para a lateral ou rodapé do site/blog. Para isso, é preciso ter áreas de widget nessas localizações.

Ao instalar o WordPress, alguns widgets já vêm disponíveis para ativação, uns necessitando e outros não de configuração. Abaixo segue a relação de cada um e sua aplicabilidade:

  • Agenda: esse widget gera um calendário em que é possível filtrar os posts por mês/ano ou dia/mês/ano de publicação. Os dias em que houve a publicação de posts ficam em evidência no calendário. Um título pode ser configurado para o widget.
  • Arquivos: com quase o mesmo propósito do widget de agenda, o de arquivos gera uma lista com o meses/anos em que houve a publicação de posts. Título, exibição dos meses/anos em um select e quantidade de posts publicados para cada mês/ano podem ser configurados.
  • Categorias: uma lista com todas as categorias em que há posts associados aparecerá, sendo possível configurar um título, escolher se deve aparecer a quantidade de posts publicados para cada categoria, se a hierarquia entre categorias deve ser exibida ou se essa lista deve vir em um select.
  • Comentários: esse widget por padrão lista os 5 comentários mais recentes em seu site/blog, com nome do usuário e o título do post em que houve o comentário. O título, assim como a quantidade de comentários exibidos são possíveis de serem configurados.
  • Menu personalizado: exibe um menu que foi criado. Assim, é possível definir o título e qual o menu será exibido nesse widget.
  • Meta: esse widget exibe links de fácil acesso ao painel administrativo, feeds RSS do site/blog e dos comentários e para o WordPress.org. Um título pode ser configurado para o widget.
  • Nuvem de tags: Uma lista com as tags ou categorias mais usadas será exibida. Ao clicar em qualquer uma delas, o usuário será redirecionado para a listagem de posts associados à tag/categoria clicada. Para isso, é só configurar um título e escolher o que será exibido (categoria ou tag).
  • Pesquisar: Um campo de pesquisa será exibido, em que podem ser pesquisados posts que foram publicados em todo site/blog. Caso queira, um título pode ser associado ao widget.
  • Páginas: todas as páginas publicadas no seu site/blog serão exibidas, exceto que você faça a exclusão de alguma(s), através de seu ID. Para saber o ID de uma publicação, passe o cursor por sobre o título da página e veja na URL de edição o parâmetro post=3232, em que o número é o ID. Além da exclusão, é possível exibir um título e ordenar a listagem por título da página, ordem da página ou ID da página.
  • RSS: nesse widget, é possível configurar uma URL de um feed RSS. Atribuir um título, quantos itens serão exibidos, além de configurações adicionais relacionadas ao que será exibido são possíveis para esse widget.
  • Texto: esse widget é indicado quando se quer inserir um título e um texto, mas também é possível inserir tags em formato HTML, tais como selos, anúncios, entre outros.
  • Tópicos recentes: aqui serão exibidos os últimos posts que foram publicados em seu site/blog. Um título e a quantidade de posts exibidos podem ser configurados de acordo com a necessidade.

Com o tema Twenty Fourteen ativo, há mais um widget que pode ser usado, o Efêmera do Twenty Fourteen. A partir dele, é possível configurar que uma quantidade de posts de um determinado formato sejam exibidos. Os widgets podem ser arrastados mais de uma vez para uma mesma área de widgets, sendo que em cada um, é possível fazer uma configuração diferenciada. Com eles, você incrementa seu site/blog e ainda permite que o usuário acesse seu conteúdo de forma rápida.

Configurando menus para seu site/blog

Por meio dos menus, seu conteúdo ganha visibilidade, já que ficam mais fáceis de serem acessados pelos usuários que visitam seu site/blog. Para isso, primeiro é preciso verificar quantas áreas de menu o tema escolhido para o seu blog/site suporta. Geralmente, os temas têm apenas uma área de menu, no cabeçalho, porém também podemos encontrar temas que possuam área no rodapé.

A página de gerenciamento de menus do WordPress permite que sejam criados os menus e escolhidos os itens que serão exibidos, assim como sua ordenação e hierarquização. Após criar e dar nome a um menu, agora é hora de escolher os seus itens. Como itens de menu, é permitida a inserção de páginas, posts, links, categorias, tags e formatos. Caso se trabalhe no menu apenas com páginas, o WordPress apresenta um recurso de adição automática de páginas de nível principal a um menu. Assim, a cada nova página criada, ela será inserida ao menu. É só marcar o checkbox no menu desejado para habilitar esse recurso.

A ordem dos itens segue a ordem de adição ao menu, o que pode ser facilmente alterado ao clicar e arrastar um item para cima ou para baixo, conforme figura abaixo.

Para fazer a hierarquia entre itens, ou o que chamamos de submenu, o processo de arrastamento deve ser feito para a direita. Quanto mais à direita, maior é a hierarquia. Resumindo, páginas filhas não podem estar alinhadas a páginas mãe, nem páginas filhas alinhadas a páginas netas para assim criarmos um submenu. Veja um exemplo de submenu criado no painel administrativo e seu resultado no site/blog. É importante ressaltar que a hierarquização é mais comum para menus de cabeçalho, uma vez que a maioria dos temas apresentam estilização para submenus apenas nesses menus. Atente-se a esse detalhe antes de criar submenus.

Depois de salvo, é preciso definir em qual área de menu ele deve aparecer. No momento de salvar o menu ou na aba Gerenciar posições, define-se para cada posição o menu que deve ser exibido.

Plugin? O que é isso? Em que podem me ajudar?

Plugins são extensões que personalizam ou até mesmo facilitam a gestão de conteúdo de seu site. Outros ainda incrementam as funcionalidades para os leitores, permitindo integrações com serviços de terceiros. O WordPress apresenta um repositório oficial repleto de plugins gratuitos que podem ser baixados a qualquer momento pelo painel administrativo de seu site/blog.

No repositório, temos plugins relacionados a páginas, widgets, posts, comentários, redes sociais, imagens, etc. São mais de 28 mil desenvolvidos pela própria equipe do WordPress.org ou por desenvolvedores que fazem parte da comunidade. Caso não queira trabalhar com esses, também é possível instalar plugins fora do repositório.

Encontrado o plugin desejado, é preciso saber se ele necessita ou não de configurações para funcionar. Alguns deles, a partir do momento que é feita a ativação é exibido um aviso no cabeçalho do painel administrativo com um link para a tela de configuração. Outros, não têm esse aviso, necessitando o gestor de fazer uma busca pelo painel administrativo para encontrar a sua tela de configuração. Outros ainda não necessitam de configuração ou funcionam bem com suas configurações pré-definidas. Para se ter certeza se ele necessita ou não de configuração, o ideal é acessar a página do plugin no repositório do WordPress.org ou o seu site oficial.

Plugins sempre auxiliam quando não se tem conhecimentos técnicos para implementar certas funcionalidades, mas o bom senso vale nesses momentos. Infelizmente, alguns plugins podem comprometer a performance de um site/blog, pois demandam um tempo de processamento maior que compromete o tempo de carregamento de imagens, comentários, entre outros. Por isso, avalie a real necessidade de um plugin antes mesmo da sua instalação, a fim de não perder visitantes por conta da demora no carregamento do seu conteúdo.

Definições de perfil de usuários no painel administrativo

A partir da versão 3.8 do CMS, o usuário pode escolher dentre oito opções de paletas de cores que ele quer ativar para o painel administrativo. O intuito de deixar o painel mais colorido para quem o acessa é permitir que seja dado um ar mais personalizado ao que se vê, adequando o visual ao gosto do usuário e aos projetos desenvolvidos tendo o WordPress como plataforma.

Além da alteração do esquema de cores do painel, é possível alterar e-mail, escrever uma mini biografia sobre o seu usuário, alterar nome e sobrenome, definir o nome que será exibido publicamente para o seu usuário e alterar sua senha de acesso.

Importante ressaltar que o WordPress não permite a alteração de nome de usuário, pelo menos por meio do painel administrativo. Para mudanças no nome de usuário, será preciso excluir e adicionar um novo usuário com o nome correto ou fazer a alteração do nome via banco de dados MySQL. As mesmas regras valem para todos os usuários que tenham login e senha de acesso ao painel.

Como criar usuários pelo painel administrativo

Em sites e blogs em que se tem mais pessoas que fazem a administração de publicações, é importante criar usuários para cada um deles, para que se tenha controle de quais são as pessoas que têm acesso a determinadas funcionalidades dentro do painel.

Assim, o WordPress apresenta no momento da adição de um usuário 5 opções de funções que ele pode assumir dentro do painel administrativo. São elas:

  • Administrador
  • Editor
  • Autor
  • Colaborador
  • Assinante

Com as funções, cada usuário poderá ter permissões e restrições de acesso a determinadas áreas do painel administrativo, podendo reduzir riscos de alterações indesejadas por usuários com conhecimento limitado dos recursos que o CMS oferece.

E como saber qual função é mais adequada para cada tipo de usuário? Abaixo, relacionamos o que cada função tem de permissões e restrições de acesso:

  • Administrador: com essa função, o usuário não tem restrições de acesso, podendo fazer configurações, adição de novos usuários, publicar conteúdo seu e de terceiros, instalar e ativar temas e plugins, moderar comentários, entre outras permissões. Essa função é indicada para usuários que tenham pleno conhecimento do painel administrativo.
  • Editor: a partir dessa função, o usuário passa a ter restrições de acesso. Com essa função, não é possível instalar e ativar novos temas, não é permitida a adição de usuários e nem fazer configurações para o site/blog. É indicado para usuários que terão foco apenas na gestão de conteúdo.
  • Autor: com essa função, não é possível publicar posts e páginas de terceiros, nem moderar comentários. Nenhuma funcionalidade de temas e widgets está disponível para esse tipo de usuário. Indica-se essa função para usuários que tenham foco em escrever e publicar conteúdo, sem muitas opções de gerenciamento.
  • Colaborador: não é permitido publicar posts e nem enviar arquivos de mídia com essa função de usuário. Os posts que são escritos por esse tipo de usuário são enviados para revisão. Portais ou blogs em que o conteúdo deve passar por revisão antes da publicação podem usar esse tipo de usuário para colunistas, articulistas ou convidados.
  • Assinante: o assinante apenas pode alterar seus dados de perfil e comentar em qualquer publicação. Indicado para usuários que não devam interferir em publicações de contedo.

Com essas opções, é possível ter total controle de quem pode gerenciar determinadas áreas do painel administrativo, sem se preocupar com problemas que possam vir a ocorrer com usuários que não tenham conhecimentos aprofundados na plataforma. Por isso, ao criar novos usuários, o administrador deve se atentar ao escolher a função mais adequada, a fim de dar as permissões devidas apenas a quem realmente será responsável por algumas áreas do site/blog.

O WordPress é muito mais do que uma plataforma para desenvolvimento de sites e blogs. Qualquer pessoa, independente do conhecimento que se tenha, pode se dar bem com esse CMS. Neste artigo, pôde-se ver as vantagens de uso do WordPress como plataforma de gerenciamento, assim como explorar alguns de seus recursos.

Não há limites de uso da plataforma, principalmente para quem quer usá-lo como opção para blogs. Tudo o que foi visto aqui pode ser aplicado no WordPress.org e no WordPress.com, a plataforma de blogs gratuita do CMS. A diferença de recursos é relativamente pequena entre os dois, por isso, o que se vê em um, aplica-se no outro.

Pensando no WordPress comercialmente, com a crescente adoção do CMS por diversos sites e blogs, a necessidade de pessoas que dominam bem o seu painel administrativo cresce junto. Saber como escolher, instalar e ativar temas, publicar e formatar bem um conteúdo, incrementar os recursos por meio de plugins, widgets e menus, são o mínimo que uma empresa espera para poder confiar seu site/blog nas mãos de um gestor de conteúdo.

E criar projetos nem que sejam pequenos, pessoais ou profissionais, é muito fácil usando o WordPress. Escolhido o tema e feitas as devidas configurações, um site ou blog em WordPress estará disponível na web. Isso é visto com bastante frequência, em que temos exemplos de sites e blogs desenvolvidos do zero por usuários relativamente leigos na plataforma.

Portanto, ao pensar nesse CMS, pense nele como sinônimo de qualidade, facilidade e intuitividade, partindo do princípio de que ele pode se adequar a qualquer tipo de projeto, a qualquer tipo de público e a qualquer tipo de usuário, seja ele desenvolvedor ou não. Pense nas alternativas de uso, nos recursos nativos e naqueles que podem ser adquiridos por meio de plugins e trabalhe com o WordPress em seus projetos de agora em diante.

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